O que era orgulho dos paranaenses está se tornando um pesadelo diário. Após a privatização, a Copel, que antes era referência em eficiência, enfrenta uma onda de críticas por todo o Paraná. O cenário atual? Quedas constantes, demora no atendimento e prejuízos que já passam da casa dos milhões.
Dados recentes de 2026 mostram que as reclamações por interrupção de energia dispararam mais de 55% desde a mudança de gestão. O ranking de qualidade da Aneel não mente: a empresa despencou de posição, saindo do topo para figurar entre as que mais deixam o consumidor na mão.
A produção rural, motor da nossa economia, é a que mais sofre. Sem energia estável, o impacto é devastador:
• Morte de aves e suínos por falta de ventilação e climatização.
• Perda de leite resfriado que precisa ser descartado.
• Piscicultura em risco: oxigenadores parados significam tanques inteiros perdidos.
• Prejuízos milionários: Produtores relatam que a energia “vai e volta” em frações de segundo, queimando motores e equipamentos caríssimos.
Não é só a falta de luz. Quem precisa de ligação de novos padrões enfrenta uma burocracia sem fim e prazos que nunca são cumpridos. O que antes era resolvido em dias, agora se arrasta por semanas, travando novos investimentos e moradias.
Enquanto a empresa anuncia lucros bilionários para seus acionistas, o paranaense fica à luz de velas. A pergunta que fica é uma só: A privatização veio para melhorar o serviço ou apenas para aumentar o lucro de poucos à custa do povo?