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Morte de médica repercute na saúde do estado e leva CRM-PR a se posicionar

Além do reconhecimento institucional, a repercussão também se estendeu às redes sociais, onde mensagens lembraram a trajetória da médica e o impacto de seu trabalho
(Foto Rede Social)

A morte da médica Renata de Acácio Vitorino, de 39 anos, provocou comoção em Umuarama e repercutiu em todo o estado.

O falecimento, registrado na última segunda-feira (27), em São Paulo, motivou manifestações de pesar de instituições de saúde e do Conselho Regional de Medicina do Paraná.

Em nota, o Conselho lamentou a perda da profissional e expressou solidariedade a familiares e amigos. Renata era médica intensivista, com especialização em cirurgia geral, e atuava em hospitais importantes da região Noroeste.

Natural de Umuarama, ela se formou em medicina pela Fundação Universidade Federal da Grande Dourados, em 2013, e construiu uma trajetória marcada pelo compromisso com o cuidado ao paciente.

Desde 2018, integrava o corpo clínico do Hospital do Câncer Uopeccan, além de atuar na Associação Beneficente de Saúde do Noroeste do Paraná.

As duas instituições divulgaram notas destacando a dedicação, a empatia e o profissionalismo da médica. Colegas ressaltaram o olhar humano no atendimento e a forma como ela se relacionava com pacientes e equipes.

Renata morreu após mais de 30 dias de internação no Hospital Beneficência Portuguesa, em São Paulo. A causa foi sepse e choque séptico, decorrentes de uma infecção generalizada.

A despedida ocorreu na manhã de quarta-feira (29), no Cemitério Municipal de Umuarama. Antes disso, o velório reuniu familiares, amigos e colegas na Capela Prever.

Além do reconhecimento institucional, a repercussão também se estendeu às redes sociais, onde mensagens lembraram a trajetória da médica e o impacto de seu trabalho.

Renata deixa o marido, o médico Fernando Sakata Belizário, e uma filha de 7 anos.

Fonte:OBemdito.com.br