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Anvisa aprova nova versão do Mounjaro com caneta multidose no Brasil

Com a nova versão, a expectativa é de tornar o tratamento mais simples para quem utiliza o medicamento de forma contínua
(Foto Shutterstock)

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária aprovou o registro de uma nova versão do Mounjaro, utilizado no tratamento da diabetes tipo 2.

A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (18) e autoriza a comercialização do medicamento em formato de caneta multidose.

A principal mudança está na forma de aplicação. Até então disponível apenas em canetas de dose única, o medicamento passa a contar com uma versão que permite múltiplas aplicações no mesmo dispositivo.

Na prática, isso reduz a necessidade de descarte frequente e pode facilitar a rotina dos pacientes, além de diminuir a geração de resíduos.

O Mounjaro tem como princípio ativo a tirzepatida, substância que atua no controle dos níveis de glicose no sangue.

O medicamento imita a ação de hormônios intestinais que estimulam a liberação de insulina e reduzem a produção de açúcar pelo fígado.

Além disso, também pode contribuir para a redução do apetite, fator que influencia diretamente no controle do peso corporal.

A aprovação se refere ao registro sanitário da nova apresentação, o que indica que o produto foi avaliado quanto à segurança, qualidade e eficácia antes de ser liberado para comercialização no país.

A indicação do medicamento permanece a mesma: ele é voltado para adultos com diabetes tipo 2 e geralmente faz parte de um tratamento que inclui mudanças no estilo de vida, como alimentação equilibrada e prática de atividades físicas.

Com a nova versão, a expectativa é de tornar o tratamento mais simples para quem utiliza o medicamento de forma contínua.

Ainda assim, o uso deve ser feito com orientação médica, já que o acompanhamento profissional é essencial para adequar a terapia às necessidades de cada paciente.

A medida amplia as opções disponíveis no Brasil para o controle da diabetes tipo 2 e acompanha a tendência de tornar os tratamentos mais práticos e acessíveis.

(Com informações do Metrópoles)