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Após uma interrupção temporária, o DNIT voltou a operar a travessia por balsa no Rio Piquiri

Foto: Danilo Martins/Arquivo OBemdito

O clima ficou tenso na sexta-feira e a longa espera gerou muitas reclamações entre os motoristas que aguardaram até 5 horas nas filas. De acordo com relatos em redes sociais, muitas pessoas que tentavam traspor o Rio Piquiri através das balsas se queixavam por terem que esperar na rodovia, sem banheiro ou água.

A maioria dos populares estava a caminho do Paraguai para fazer compras. O fato de ser feriado do Dia do Trabalho no Brasil elevou consideravelmente o número de compristas rumo ao país vizinho. Além do movimento veículos acima do normal, uma das balsas teve paralisações temporárias ao longo do dia, o que gerou ainda mais demora e insatisfação.

Volume de água do Rio Piquiri alto dificulta travessia

O Dnit divulgou neste sábado que o serviço de travessia, que atende o trecho entre Francisco Alves e Terra Roxa, está funcionando com capacidade reduzida. Além disso, está restrito apenas a veículos de pequeno porte devido à subida contínua do nível do Rio Piquiri provocada pelas chuvas, que interfere na operação das balsas.

Para garantir a segurança e evitar congestionamentos, recomenda-se que os motoristas utilizem o desvio rodoviário pela cidade de Palotina. Pelo desvio, os condutores precisam acessar as rodovias PR-182 e PR-364.

Por fim, o Dnit informou que as equipes técnicas seguem monitorando a situação rigorosamente e trabalhando na manutenção dos acessos. “O objetivo é que a operação plena da travessia seja retomada assim que houver condições seguras de navegabilidade e estabilidade nas margens do rio”.

Reforma da ponte

Fonte: OBemdito