Na data de hoje, equipes da Polícia Civil do Paraná, com apoio de unidades de Ubiratã, Campina da Lagoa e Joinville, realizaram diligências simultâneas para cumprir mandados de busca e apreensão relacionados à investigação da morte de Alceu Slivisnki, ocorrida no dia 25 de março, em Ubiratã.
A apuração teve início logo após a prisão dos envolvidos. Com a coleta de depoimentos, análise de celulares apreendidos e a chegada do laudo pericial, surgiram novas informações que alteraram o rumo da investigação.
Inicialmente, o caso era tratado como roubo seguido de morte. No entanto, os novos elementos reforçam a suspeita de homicídio qualificado, possivelmente seguido de furto qualificado.
Um dos pontos que mais chamou a atenção foi o laudo pericial, que indicou que a vítima foi atingida por disparos à queima-roupa. Um dos tiros, na região cervical, próximo à nuca, teria sido efetuado quando a vítima já estava caída, inconsciente e sem reação, o que aponta para indícios de execução.
Diante desse cenário, a Polícia Civil solicitou à Justiça mandados de busca em endereços ligados a familiares e companheiras dos investigados, com o objetivo de apreender dispositivos eletrônicos e aprofundar a investigação sobre a motivação do crime, além de verificar a possível participação de outras pessoas.
As diligências ocorreram em Joinville (SC) e Guaíra. Em Guaíra, foram apreendidos dois celulares, que passarão por análise. Já em Joinville, durante o cumprimento de mandado na casa dos pais de um dos investigados apontado como executor, o pai foi preso em flagrante por comércio ilegal de munições, além da apreensão de aparelhos eletrônicos.
A investigação segue com foco na análise dos dados extraídos dos dispositivos apreendidos para definir se o caso permanecerá como latrocínio ou se haverá reclassificação para homicídio.
A Polícia Civil do Paraná continua trabalhando para esclarecer completamente os fatos e responsabilizar todos os envolvidos, conforme a participação de cada um.