A apreensão de mais de 571 quilos de maconha na BR-369, em Londrina, ganhou um novo capítulo com o posicionamento oficial da proprietária do veículo utilizado no crime. A mulher, que é enfermeira em Umuarama, teve seu nome ligado ao caso após a Polícia Rodoviária Federal interceptar um Chevrolet Onix Plus carregado com a droga.
Na ocasião da apreensão, uma passageira foi presa em flagrante e confessou que receberia R$ 10 mil para realizar o transporte do entorpecente. Como o automóvel está registrado no nome da umuaramense, a repercussão foi imediata na Capital da Amizade.
Em nota oficial assinada pelos advogados Deybson Bitencourt Barbosa, Esmael Alves e Claudio Alves Junior, a defesa da enfermeira sustenta que ela e o marido foram, na verdade, vítimas de um golpe. Segundo os juristas, o veículo já não estava sob a posse ou controle da proprietária quando a perseguição e a prisão ocorreram na região de Londrina.
Os advogados reforçam que:
- A enfermeira não possui qualquer participação nos fatos investigados ou com o grupo criminoso;
- Ela se colocou à inteira disposição da Polícia Civil para colaborar com o esclarecimento do caso;
- Medidas legais estão sendo tomadas para provar a idoneidade da cliente e resguardar seus direitos.
O caso segue sob investigação para identificar quem seriam os responsáveis diretos pela carga e como o veículo acabou sendo utilizado para o tráfico interestadual.