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Professora é indiciada por pressionar rosto de criança de 3 anos contra prato de comida em Cascavel

Caso aconteceu em agosto, no bairro São Cristóvão; Polícia Civil concluiu investigação nesta sexta-feira (23)
Foto: Catve.com

Uma professora de 36 anos foi indiciada por maus-tratos após empurrar o rosto de uma criança de 3 anos contra um prato de comida no Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Anita Botelho Coginotti, no bairro São Cristóvão, em Cascavel.

O caso aconteceu no dia 11 de agosto de 2026, durante o horário da refeição na unidade escolar.

Segundo a Polícia Civil, a investigação apontou que a professora empurrou o rosto da criança contra o prato de comida.

O Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes (Nucria) analisou imagens das câmeras de monitoramento do CMEI, ouviu testemunhas e interrogou a investigada.

Com base nas provas reunidas, a Polícia Civil concluiu o inquérito nesta sexta-feira (23) e indiciou a professora pelo crime de maus-tratos, previsto no artigo 136 do Código Penal.

O procedimento foi encaminhado ao Poder Judiciário e ao Ministério Público para as providências legais.

O indiciamento representa a conclusão da investigação policial e não significa condenação.

Outro caso de maus-tratos em CMEI de Cascavel

Em agosto, outro caso de suspeita de maus-tratos contra crianças em uma unidade municipal de educação infantil de Cascavel também foi investigado pelo Nucria.

Uma professora de 54 anos foi presa preventivamente durante a investigação de episódios envolvendo quatro crianças de 3 anos no CMEI Geraldo Figueiredo, no bairro Santa Cruz.

Segundo a Polícia Civil, imagens de monitoramento mostraram crianças sendo puxadas pelos braços e arrastadas pela sala, além de outras situações consideradas incompatíveis com os cuidados que deveriam receber.

A prisão preventiva também levou em consideração suspeitas de ameaças e coação de testemunhas durante a investigação.

Outras duas servidoras, de 44 e 50 anos, também eram investigadas e tiveram medidas cautelares determinadas pela Justiça.

Os dois casos ocorreram em unidades diferentes e são investigados separadamente pela Polícia Civil.

Fonte: Catve.com